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“Flamengo, sem medo de ser feliz”

A frase que dá título a esse post foi um mantra que eu repeti em todo esse 2019, mas especialmente a partir do jogo contra o Emelec, nas oitavas-de-final da Libertadores. Traumatizados após diversas derrotas continentais com requintes de crueldade nos últimos anos, muitos torcedores do Flamengo entraram em desespero quando, após devolver no Maracanã os 2 a 0 do jogo de ida, o confronto entre o rubro-negro e os equatorianos foi para os pênaltis. Não bastava ter superado o trauma de se classificar na fase de grupos, após um 0 a 0 sofrido contra o Peñarol no Uruguai; era preciso expurgar mais um drama. “Sem medo da gente ser feliz”. Essa foi a frase que eu repeti, aos gritos, para diversos outros torcedores durante os pênaltis contra o Emelec. Para que eles adquirissem coragem. Para que transpirassem e passassem essa coragem aos jogadores.

Deu certo naquela noite. A primeira de muitas outras históricas que estariam por vir. “Chegou a hora da gente ser feliz; sem medo!”, repeti por meses.

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