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Jogadores do Flamengo levantam o troféu de campeão brasileiro de 2019 no Maracanã. Os jogadores estão com o uniforme rubro-negro, shorts bracos e há também chuva de papéis picados.

Brasileirão 2020: hora das previsões!

Vai começar o Campeonato Brasileiro 2020. Uma edição completamente diferente. Jogos sem torcida, no meio de uma pandemia, com protocolos de segurança… enfim, esse post não é para discutir se é certo ou errado ter jogo nessas condições, mas seguirmos com nossa brincadeira anual de tentar fazer previsões sobre o desempenho dos 20 times na Série A. Por todos esses motivos, é o ano mais difícil de tentar ser vidente, mas o desafio está lançado! Ao final do campeonato, avaliamos o resultado.

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Maracanã lotado com a torcida do Flamengo

Maracanã 70 anos: mística e intensidade

Amo o Rio, isso não é novidade. Quando me pedem para dizer o lugar que eu mais gosto do Rio, aí bate uma dúvida absurda… mas em todas as minhas listas, o Maracanã está entre eles.

Não posso dizer que o Maracanã é o lugar onde eu fui MAIS feliz. Apesar de que talvez tenha sido. Algumas das maiores alegrias que o futebol me deu, curiosamente, não foram no Maracanã. Mas quase todas foram.

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Regina Duarte bate continência durante discurso

Como chegamos tão baixo?

Esse texto não é para ninguém especificamente. Mas para pessoas que formam um grupo com um pensamento em comum. Pode ser um desabafo pra avó do zap, que canta “pra frente Brasil”. Vamos chamar essa pessoa de Regina Duarte. Mas pode ser Pugliesi. Pra amiga que dá uma festa durante o isolamento social e diz “foda-se a vida”. Ou pro tiozão do churrasco. Pode ter o nome de Biroliro, então. Ou Jair. Ou Osmar, ou Hang. Enfim…

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“Flamengo, sem medo de ser feliz”

A frase que dá título a esse post foi um mantra que eu repeti em todo esse 2019, mas especialmente a partir do jogo contra o Emelec, nas oitavas-de-final da Libertadores. Traumatizados após diversas derrotas continentais com requintes de crueldade nos últimos anos, muitos torcedores do Flamengo entraram em desespero quando, após devolver no Maracanã os 2 a 0 do jogo de ida, o confronto entre o rubro-negro e os equatorianos foi para os pênaltis. Não bastava ter superado o trauma de se classificar na fase de grupos, após um 0 a 0 sofrido contra o Peñarol no Uruguai; era preciso expurgar mais um drama. “Sem medo da gente ser feliz”. Essa foi a frase que eu repeti, aos gritos, para diversos outros torcedores durante os pênaltis contra o Emelec. Para que eles adquirissem coragem. Para que transpirassem e passassem essa coragem aos jogadores.

Deu certo naquela noite. A primeira de muitas outras históricas que estariam por vir. “Chegou a hora da gente ser feliz; sem medo!”, repeti por meses.

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